Doce aventura pela loucura
O dia já não tem mais luz
Noite morta cheia de acasos
É triste o tempo e o vento
Ar seco do gelo que gela a alma
Espírito novo roendo o sal
Melancolia
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Vejamos
Sento-me a beira disso
Escuto
é o silêncio tentando entrar
As portas vivem fechadas
e as janelas a me sufocar
Quantas vezes foram ditas
Foram lidas
As mesmas palavras
Vejam bem
Não é isso, nem aquilo
Nem sequer o que poderia ser
Mas é sim o infinito disso tudo
E tudo, que se transforma em nada
E nada faz sentido
E o sentido não faz nada
Não nos calemos, nem nos perdemos
Por favor
Escuto
é o silêncio tentando entrar
As portas vivem fechadas
e as janelas a me sufocar
Quantas vezes foram ditas
Foram lidas
As mesmas palavras
Vejam bem
Não é isso, nem aquilo
Nem sequer o que poderia ser
Mas é sim o infinito disso tudo
E tudo, que se transforma em nada
E nada faz sentido
E o sentido não faz nada
Não nos calemos, nem nos perdemos
Por favor
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)